
Publicação gerou repercussão nas redes sociais; presidente da Câmara afirmou que nenhuma denúncia havia chegado ao Legislativo. Superintendente e Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestaram.
Uma troca de críticas nas redes sociais colocou em evidência um conflito envolvendo integrantes da administração municipal de Duque de Caxias. Sandro Lelis (MDB) utilizou seu perfil para acusar o superintendente de Vigilância Sanitária, Carlos Ampliato Cabral, de perseguir comerciantes e empresários do município.
Na publicação, Lelis também criticou a atuação anterior de Ampliato em cobranças relacionadas ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).
“Pare de perseguir comerciantes e empresários da nossa cidade! Não esquecemos dos erros que você cometeu nas cobranças arbitrárias do IPTU e ITBI. Não aceitaremos e vamos bater de frente com essa perseguição disfarçada de legalidade”, escreveu Sandro Lelis.
Na sequência, o político declarou apoio aos comerciantes e empresários locais. “Estamos ao lado de cada comerciante e cada empresário que luta no dia a dia pra seu sustento e para cumprir com suas obrigações junto ao município”, acrescentou.
Repercussão nas redes sociais
A manifestação provocou reações de internautas, com opiniões divergentes sobre a atuação da Vigilância Sanitária e a necessidade de apuração das acusações.
Uma internauta pediu que a Câmara Municipal investigasse a situação. Em resposta, o presidente do Legislativo, vereador Cláudio Thomaz, afirmou que nenhuma denúncia havia chegado à Casa até aquele momento.
Por outro lado, uma usuária saiu em defesa do superintendente e destacou a importância da fiscalização sanitária para a proteção da saúde pública.
“O Superintendente tem realizado um trabalho exemplar junto à Vigilância Sanitária. Só recebe multa e tem o estabelecimento interditado quem está errado e isso é dever legal da fiscalização. Proteger a sociedade de pessoas que cometem infração Sanitária, estamos falando de saúde pública!”, publicou.
As manifestações refletem posições distintas de usuários nas redes sociais. Até o momento, não foram apresentados, nesta discussão pública, elementos que permitam concluir se houve perseguição a comerciantes ou irregularidade nos procedimentos de fiscalização.
Superintendente ainda não se manifestou
Até a publicação desta matéria, Carlos Ampliato Cabral não havia se manifestado publicamente sobre as declarações de Sandro Lelis. A Secretaria Municipal de Saúde, à qual a Vigilância Sanitária está vinculada, também não havia divulgado posicionamento sobre o episódio.
O caso levanta questionamentos sobre a relação entre a fiscalização sanitária e o setor empresarial do município, mas as acusações precisam ser analisadas com base em fatos e documentos que permitam esclarecer as circunstâncias dos procedimentos mencionados.
A reportagem permanece aberta às manifestações de Sandro Lelis, Carlos Ampliato Cabral e da Secretaria Municipal de Saúde.
O caso segue em acompanhamento.





























